[ARENA] Wrong Wrong #10 - Solar

Sandra Vieira Jürgens sandravieirajurgens gmail.com
Quarta-Feira, 9 de Agosto de 2017 - 15:23:51 WEST


---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Wrong Wrong - Newsletter <info  wrongwrong.net>
Data: 9 de agosto de 2017 às 12:01
Assunto: Wrong Wrong #10 - Solar



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Do poder supremo de Zeus à emergência das tecnologias fotovoltaicas, a
noção irradia mil raios e toca muitos dos aspectos das nossas civilizações,
dos mais arcaicos e imateriais aos mais concretos, actuais e inovadores.
Ela evoca a condição primordial da vida terrena em todas as suas formas, a
deidade de múltiplas faces que personifica a estrela solar (a Amaterasu
xintoísta, o Rá egípcio, o Inti inca...), os cultos antigos dramatizados e
ritualizados ligados aos solstícios, a força vital, à exuberância da vida e
da fertilidade (germinação) e os ciclos permanentes da natureza.
Inseparável do astro nocturno que reflecte a sua luz, a sua presença e
ausência ritmam o dia e a noite. Do ponto de vista filosófico, a noção
refere-se à manifestação do visível, à norma e à clareza diurnas ligadas ao
exercício da razão, à sabedoria apolínea do «conhece-te a ti próprio»,
assim como à praxis. De um ponto de vista da consciência moral, a luz é
sinónima de limpidez e de verdade, não no sentido de um dogma, mas no de
justeza, da transparência do verdadeiro contra a opacidade do engano, da
duplicidade e da manipulação. Refere-se ainda à estética do belo, do
luminoso, do sublime, e também à iluminação mística. Se sempre deve haver
escuridão para revelar o quanto a luz pode ser brilhante, está presente em
todos os lugares e, mesmo nos tempos mais obscuros, sabe afastar as sombras
quando elas se tornam demasiado ameaçadoras. É inseparável do acto
artístico, que, em todas as suas nuances de *chiaroscuro*, a sua vibração e
o seu dinamismo jubilatório, dá à luz a novidade.

Nesta edição, a WRONG WRONG abre-se ao solar!

Katherine Sirois


*· EN ·*

>From the supreme power of Zeus to the emergence of photovoltaic
technologies, the notion radiates a thousand rays and touches many aspects
of our civilizations, from the most archaic and immaterial ones to the most
concrete, current and innovative. It evokes the primordial condition of
earthly life in all its forms, the multiple-face deity personifying the
solar star (the Shinto Amaterasu, the Egyptian Ra, the incan Inti...), the
dramatized and ritualized ancient cults linked to the solstices, to vital
force, to exuberant life and fertility, to the permanent cycles of nature.
Inseparable from the nocturnal celestial body which reflects its light, its
presence and absence rhythm the day and the night. From a philosophical
point of view, the notion refers to the manifestation of the visible, to
the diurnal norm and clarity linked to the exercise of reason, to the
«know-thyself» apollonian wisdom as well as to praxis. From the point of
view of moral consciousness, light is synonymous with limpidity and truth,
not in the sense of dogma, but in that of the transparency of inner truth
against the opacity of deceit, duplicity and manipulation. It still refers
to the aesthetics of beauty, luminous and sublime, even to the mystical
enlightenment. If there must always be darkness to reveal how light can be
bright, it is at work everywhere and even in the darkest times, it knows
how to cast away shadows when they become too threatening. It is
inseparable from the creative artistic act, which, in all its nuances of
*chiaroscuro*, its vibrancy and its jubilant dynamism, gives birth to
novelty.

In this issue, WRONG WRONG is giving way to solar energy!

Katherine Sirois


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